12 horas de stress porque ninguém pensou nos usuários

Sempre gostei de assumir uma abordagem mais analítica para os problemas. Pensar no cenário, nas variáveis envolvidas, investigar um pouco daqui e ali e tirar minhas conclusões. Na semana passada me senti do outro lado de uma análise, como parte da amostra de clientes da uma companhia aérea que ficaram presos em São Paulo por causa do tempo ruim. E não foi legal.

O tamanho do problema

Tudo começou quando o aeroporto de Congonhas fechou na quarta-feira passada. Isso aconteceu por volta de umas 19h, mas o tempo já estava ruim desde o começo do dia. O problema se alastrou por todo o aeroporto enquanto as companhias atrasavam vôos, chamavam clientes para conversar e tentavam arrumar ônibus para transferir passageiros para Guarulhos.

Minha companhia era a operadora com o maior número de vôos da noite (20, pelo que me disseram). Assim, ela tinha um problema grande demais na mão para resolver (a quantidade de passageiros desses 20 vôos) e decidiu torcer para que o tempo melhorasse e ele se resolvesse sozinho.

Só quando faltavam 10 minutos para as tais duas horas limites que a Infraero determina é que eles soltaram a bomba: todos os vôos da noite estavam cancelados. Todos os passageiros teriam que remarcar suas passagens para o dia seguinte e a empresa não ia fornecer hospedagem ou alternativas de transporte para ninguém.

Não preciso dizer que o sentimento que se espalhou entre os clientes não foi bonito.

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Mídias sociais além do facebook, twitter e afins

Apps de Mídias Sociais

Apps legais não fazem de você um cara social.

De uns tempos para cá todo projeto de site que me aparece vem com um anexo de criação de fan pages, perfis no twitter e afins a tira colo. Parece que com a nova (velha) onda da Web 2.0, ter só um site não basta e a moda agora é estar em todas as redes possíveis. Nada contra, até acho a consciência de que existe internet além do seu domínio positiva e louvável. O problema é achar que a “social media” é tão descolada que se planeja sozinha. Continue reading

Como cobrar (ou pagar) por links patrocinados

Como cobrar por links patrocinados

Se a negociação está difícil, alguém pode estar fazendo alguma coisa errada.

Com o mercado de mídia online aquecido, é cada vez mais comuns ver profissionais dedicados a links patrocinados ou agências com serviços específicos de gestão de AdWords e afins. Mesmo assim, embora ele seja uma paixão nacional, ainda vejo muitas idéias diferentes quando o assunto é definir como cobrar (ou pagar) por esse serviço.

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Os 3 desafios de quem escreve para internet

Redatores e webwriters sofrem

Para produzir conteúdo antigamente era só saber usar uma dessas.

“O conteúdo é rei”. Em um mercado repleto de pontos de vista diferentes, essa parece ser a única idéia que não divide opiniões. Seja na hora de escrever um email marketing, de atrair links para o seu site ou conseguir novos seguidores no twitter, tudo depende do tal conteúdo de qualidade.

Entender isso é fácil, difícil é escrever o tal conteúdo.

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Coloque o “alvo” no público certo

Definir público-alvo

Nem todos os seres vivos são seu público-alvo.

Quem é o seu público-alvo? Essa pergunta simples, que deveria ser feita antes de todo projeto, raramente é respondida como se deve. É como se as pessoas tivessem medo de que, ao apontar um perfil específico, teriam que fechar as portas de suas lojas para qualquer um que não correspondesse àquele perfil. Assim tem quem descreva seu público como “homens e mulheres, da classe ABCDE, dos 18 aos 65 anos”. Alguns outros são mais “práticos” e respondem: todo mundo.

Na hora de pensar em um site, essa idéia pode dificultar a vida de muita gente. Porque você acaba comprometido com um produto que precisa agradar a tudo e a todos. A linguagem tem que ser acessível a quem saiba ler e o design atraente a qualquer um capaz de ver. Meio complicado, não? Aí a opção acaba sendo apelar para o site “cartão de visitas”, aquele totalmente focado no negócio que desconsidera o usuário.

Depois de ouvir isso em várias reuniões de briefing ao longo dos últimos anos, fui construindo algumas teorias sobre o que se passa na cabeça de quem diz isso.

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Não deixe a taxa de rejeição fazer você chorar

Quando a equipe de tradução do Google Analytics fazia seu trabalho, não devia fazer idéia que ali nascia o maior trauma de todos os usuários da ferramenta em português: a temível Taxa de Rejeição. Hoje em dia, ela é sinônimo de fracasso para todo mundo que acompanha a métrica de um site pelo GA, seja ele um blog, e-commerce ou site de notícias. Mas não precisa ser assim.

A taxa de rejeição vive tirando o sono de muita gente.

A taxa de rejeição vive tirando o sono de muita gente.

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Conheça as 5 inovações do Google para as compras de Natal

Papai Noel buscando no Google

Se depender do Google, essa vai ser a forma mais legal de escolher seus presentes de Natal

Essa semana rolou o Web 2.0 Summit e a Susan Wojicicki, VP de Product Management do Google, estava lá para apresentar os novos recursos do AdWords e da busca para o Natal. Parece que o Google resolveu inovar e a principal concorrência dele para o feriado favorito dos lojistas não é a Microsoft ou o Facebook. Quem está com o emprego ameaçado é o Papai Noel.

As compras das lojas começam na internet

Logo no início de sua apresentação, Susan mostrou o resultado de uma pesquisa que comprovava uma tendência do funil de compras contemporâneo: a maioria dos consumidores que pesquisam por produtos na internet vão até as lojas físicas para fazer suas compras.

Mercado de compras online-offline

Embora o e-commerce esteja em ascensão, a maioria das compras do mercado americano ainda são feitas nas lojas.

Assim, a missão do Google para esse Natal é facilitar a vida dos consumidores e anunciantes (e do Papai Noel), integrando os ambientes de compra online e off-line. Suas principal arma: mobile marketing.

Nem preciso dizer que, infelizmente, esses recursos todos só estão disponíveis lá no hemisfério norte, né? Mas vamos a eles:

As 05 demos

#01. Indexação de Estoque no Google Product Search

Nos Estados Unidos, o Google Product Search indexa os preços das lojas e mostra um comparativo quando você busca por um produto específico. Mas pense na frustração do cara que passa um tempo comparando lojas e preços diferentes até se decidir, só para descobrir na hora de comprar que o produto acabou. Agora a página de resultados vai mostrar também quantas unidades do produto cada loja tem em estoque (desde que elas forneçam essa informação).

#02. Extensão do AdWords para celulares integrada com GPS

Links patrocinados para celulares, veiculados através do AdWords, já permitem o chamado Click-to-Call, que disca para um número de telefone quando o anúncio é clicado. A novidade aqui é a integração com o GPS do aparelho para mostrar a distância entre o usuário e a loja, com direito a setinha indicando a direção e tudo mais. Não vejo problemas para isso funcionar aqui logo.

#03. Mais recursos para o Google Shopper

O Google Shopper é um aplicativo para Android usado para buscar reconhecimentos de imagens (capas, embalagens e etc). Agora, além disso, ele integra reviews de produtos e identifica códigos de barras. Muito legal, mas não funciona por aqui. Meh.

#04. Links para anúncios impressos com o Goggles

Esse não é nada demais, até porque é só uma implementação de tecnologias já disponíveis (aqui inclusive), mas o Google Goggles, aplicativo de busca baseada em imagens para o celulares, vai expandir os anúncios de materiais impressos. Através de um elemento gráfico especial para a ferramenta, um anunciante vai poder criar um “link” em uma revista para um site mobile. Parece bem simples de ser utilizado por aqui também.

#05. Métricas para chamadas telefônicas

Esse nem é tão novidade assim, já estava rolando há um tempo por lá. A partir de chamadas realizadas com o Click-to-Call, em celulares ou pelo Google Voice, os anúncios do AdWords vão fornecer métricas da ligação, integradas às conversões usuais por Campanhas.

Abaixo você confere os 12 min. da apresentação na íntegra.

E agora, Papai Noel?

Dá para ver que eles não estão perdendo tempo e estão investindo pesado nos 97% do faturamento bruto que o AdWords representa. Quero ver as crianças americanas com smartphones acreditarem que é o Papai Noel que traz os presentes delas. Só se ele seguir o exemplo daquele do começo do post e usar o Google também.

O Facebook está fazendo de tudo para conhecer você melhor

O Facebook está disposto a fazer tudo para te conhecer melhor

Como não dá pra fazer isso com todo mundo eles estão sendo mais criativos.

Na semana passada fiz minha primeira campanha no Facebook e o modelo de segmentação demográfica por interesses deles é fantástico. A Mestre SEO já falou dos Facebook ads e, desde aquela época, eu já estava preocupado com como isso ia funcionar no Brasil.

O Facebook quer que você curta as coisas…

O principal diferencial da segmentação do Facebook, quando comparada à disponível no Orkut (através do AdWords), é que ela vai muito além dos dados demográficos. Além de definir seu público por faixa etária, sexo e localização, a rede social permite que você restrinja a impressão dos seus anúncios para usuários específicos com base nos hábitos dele.

A simplicidade da coisa depende do já manjado botão Curtir (like no original), presente em todas as páginas da rede. Como essas páginas podem representar qualquer coisa, incluindo marcas de roupas, programas de TV, esportes, lojas ou personalidades; dá pra ter um panorama bem detalhado do que o usuário gosta.

Desde que ele clique no Curtir.

…e os brasileiros não curtem tanto assim

Esse é exatamente o problema. É triste ver o número estimado de pessoas cair vertiginosamente enquanto você vai sendo mais específico na configuração da campanha.

Admito que não fiz uma pesquisa refinada sobre isso, mas pouquíssimos amigos meus interagem tanto com as fan pages quanto poderiam. O Facebook se esforça e faz a parte dele, criando novas formas de exibir as páginas para os usuários se interessarem em curtir as coisas.

Mas parece que isso não foi o bastante.

Diga-me com quem andas e eu saberei o que te vender

Na semana passada, o Facebook registrou uma patente pra resolver essa situação. A idéia é simples. Se você não diz do que você gosta, eles vão dar uma olhada no que os seus amigos gostam. Assim, o sistema vai atribuir a você os gostos mais populares entre eles.

Funciona mais ou menos assim: se você não curte o AC/DC, mas 70% dos seus amigos curte, então há uma grande chance que você:

  • tenha esquecido de dizer que também gosta;
  • não goste mas possa indicar uma promoção para um dos seus amigos que gosta;
  • possa vir a gostar da banda (os caras são bons mesmo)

Assim, você se torna um público-alvo interessante daquela campanha que, de outra forma, teria ignorado você.

Promissor, não? Falta só ver se alguém vai voltar a falar de privacidade por causa disso.

A patente

[learn_more caption="Leveraging Information in a Social Network for Inferential Targeting of Advertisements " state="open"]A social network targets advertisements to its members using inferential ad targeting. An inferential ad enables advertisers to reach members that do not meet targeting criteria for lack of information.

A member’s connections in the social network that satisfy the targeting criteria are leveraged to infer a targeted interest. An inferential ad is selected from a candidate set to be presented to the member.

Varying complexities of targeting criteria, secondary inferential targeting criteria, and scopes of inference provide flexibility for inferential ad targeting in a social network. [/learn_more]

SEO para qualquer um (mesmo) entender

Busca por Informação

Tem gente que só quer achar o que procura.

No século passado, toda busca por informação começava como a da menininha aí em cima. Mas aí veio a internet, e com ela as ferramentas de busca. No começo eram grandes diretórios, no melhor estilo “páginas amarelas”, mas com o tempo a coisa toda foi crescendo e a atualização foi ficando cada vez mais tensa.

Aí vieram os nerds do Google que resolveram automatizar o processo de “cadastramento” e dominar o mundo. Hoje, a idéia deu tão certo que o mundo ficou ao contrário. Não é mais responsabilidade das ferramentas encontrarem os sites, mas sim dos sites serem encontrados pelos buscadores. E é aí que entra o SEO.

“A Dona Aranha subiu pela parede…”

Lá na época da “Internet de Raiz”, todo mundo sabia que www significava World Wide Web. Os mais íntimos até hoje chamam a rede de Web (teia, em inglês). Assim, quando os Googlers resolveram usar seus  ”simpáticos robôs” para fazer o trabalho sujo e indexar a internet, foi natural que esses robôs fossem batizados de Spiders e o processo de indexação ficasse conhecido como crawling (como a aranha anda).

Hoje em dia, tanto o Bing quanto o Google examinam o conteúdo dos sites dessa forma. Os spiders vão copiando o conteúdo e passeando de página em página através dos links. Mais tarde, quando o usuário faz uma consulta, o motor de busca tem a missão de analisar todo esse “acervo” e exibir os melhores resultados possíveis.

Os princípios do SEO abordam tudo o que você pode fazer para aparecer “bem” nessa lita. Mas não se preocupe, não se trata de feng shui ou fisica quântica. Tudo pode ser explicado em duas palavras: relevância e autoridade

“Quem quer ser…” relevante?

Aracnídeos à parte, não podemos esquecer que o Googlebot é, essencialmente, uma inteligência artificial. E das burras. Sei que isso pode soar estranho, mas o que você diria de alguém que não consegue perceber a diferença entre uma foto do Tiririca e outra da Gisele Bündchen? Que não consegue entender nada do flash super legal que está na abertura do seu site?

Robõs de busca não conseguem fazer nada disso. E então, qual a solução?

Você vai ter que fazer a mesma coisa que faz aquele seu amigo mais lento pra entender as piadas: falar devagar, bem explicadinho (semanticamente) e sem usar palavras (recursos) que ele não entende. O robô precisa saber exatamente do que você está falando para saber em que prateleira vai “guardar” o seu conteúdo, para que alguém procurando por um assunto que você aborda possa te encontrar.

Por isso, se você quer uma página capaz de cair nas graças do Googlebot, determine as palavras-chave do tema que você quer abordar e use esse termo no título da página, no nome das imagens,  no endereço e, claro, no conteúdo. Só assim você vai ter certeza que ele te entendeu. A chave está nas palavras(-chave).

Nas rodinhas de SEO, chamam isso de fatores on-page.

Autoridade é, antes de mais nada, uma questão de QI.

Ser relevante é vital, mas não resolve sozinho. Você também precisa conhecer as pessoas certas. Todo mundo sabe que, para nome aparecer na abertura da próxima novela da Globo, não importa só ser bom ator, você tem que ser indicado pelo autor ou diretor. Quanto mais importante for essa pessoa, mais autoridade ela tem e isso faz toda a diferença no resultado do teste de elenco.

Na busca é a mesma coisa. A diferença é que a indicação fica por conta dos links. Como os spiders indexam muito mais do que só o seu site, as ferramentas de busca conhecem não só o destino dos seus links, mas também que links apontam para você. Assim, eles sabem quem está te recomendando e em que contexto. Essa informação é usada para te posicionar nos resultados de buscas em que você é relevante.

Quanto mais influente for o site que te indica, mais autoridade ele vai passar pelos links que apontarem sua página. Claro que, quanto mais relevante o site for na sua área, melhor. Como “passa” pelos links, essa autoridade é chamada de linkjuice (algo como “energia” dos links).

E é por isso que o SEO não termina quando o site vai para o ar. Você precisa reservar um tempo, regular, para fazer novos “amigos”. Assim você conquista links para seu site, em um processo conhecido como linkbuilding. As redes sociais são uma ótima forma de fazer isso, mas o mais importante é produzir um conteúdo bom, porque é ele quem vai atrair os links. Só pra continuar distribuindo nomes, o povo do SEO chama isso de linkbaiting.

No dia-a-dia vale tudo.

Entendendo esses conceitos, o céu é o limite. O mercado de SEO está em constante evolução e a cada dia tem gente testando novos métodos para conseguir autoridade, através de links de qualidade, e relevância, arrumando a casa como se deve. Algumas práticas mais polêmicas, como as compras de links e a manipulação dos robôs de indexação, são condenadas pelos buscadores e são chamadas de Black Hat. Quando descobertas, podem trazer penalidades ao posicionamento do seu site ou até causar a remoção do processo de indexação.

Além disso, as próprias ferramentas de busca estão em constante desenvolvimento, e algumas técnicas que funcionam muito bem em uma época, podem deixar de ser úteis depois ou pior, passarem a ser consideradas práticas proibidas. Assim, acompanhar o mercado nessa área é muito mais importante do que parece.

Esses princípios são só a base em para um universo de técnicas de SEO, que devem fazer parte da atuação de profissionais de diversas áreas, como arquitetura de informação, estratégia de conteúdo e desenvolvimento. Na prática, tem trabalho pra todo mundo. Mas sempre com base em muita análise de métricas pra não virar adivinhação.

O usuário é Rei e o Google tem que ser seu melhor amigo.

No fundo, aplicar SEO em um projeto é pensar cada vez menos nas ferramentas de busca e mais nos usuários. Porque o verdadeiro foco do Google e cia. é gente como aquela menininha lá de cima, que busca informação. Todas as mudanças das regras do jogo e novas implementações são feitas para agradar pessoas como ela, que não fazem a menor idéia do que nao sabem nada de SEO.

Assim, quando um site pensa primeiro em seu usuário, ele faz a mesma coisa que o buscador e passa a compartilhar dos mesmos objetivos que ele. A tendência é que as inovações e aperfeiçoamentos do modelo de busca não prejudiquem tanto a estratégia do site. É importante sempre ter em mente que o público-alvo não é o Googlebot. Ele é só uma aranha burra.

O seminário é promovido pela Goobec, um centro de treinamento oficial do Google

Parada obrigatória (e grátis): Google AdWords Seminar no Rio

O seminário é promovido pela Goobec, um centro de treinamento oficial do Google

Na próxima terça-feira (09/11), a Goobec vai promover mais um Seminário de Adwords. O evento é quase como uma “amostra grátis” dos cursos de links patrocinados que a empresa oferece. Admito que nunca fui a um desses antes mas, como fiz o curso básico de AdWords e gostei, sei que uma amostra dele com certeza vai ser legal.

Além disso o conteúdo do seminário é bem além do que eu costumo encontrar em eventos gratuitos.

O que a Goobec incluiu no seminário:

  • Créditos promocionais Google AdWords de 50USD.
  • Criação de sua conta Google AdWords.
  • Ativação de seus créditos promocionais AdWords.
  • Realização de campanha real no Google AdWords.
  • Cadastro na comunidade de profissionais da Goobec.
  • Acesso ao conteúdo online (LMS Learning Management System)

Nada mal, né? Você sai de lá com sua conta criada, 50 dólares para experimentar a ferramenta e ainda acompanha o processo de criação de uma campanha. É claro que as 04 horas que o seminário dura não serão suficientes para você dominar o AdWords, afinal de contas, é para isso que os outros cursos servem.

Mas vale a pena?

Se você já trabalha com Links Patrocinados, vale mais pelo networking ou pra conhecer a didática dos cursos. Agora se você quer ser apresentado ao AdWords ou está estudando um investimento em um dos treinamentos, eu recomendo muito. Mal não vai fazer e só “custa” 04 horas do seu dia.

O seminário vai rolar em dois horários, de manhã e à tarde. O lugar ainda não está confirmado, mas algo me diz que vai ser ali pelo Centro do Rio. A inscrição é feita pelo site da Goobec e depois confirmada por e-mail. Não preciso nem dizer que as vagas, se ainda existirem, vão acabar rápido.